segunda-feira, 30 de maio de 2016

DIA MUNDIAL SEM TÁBACO



O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável no mundo.
Cerca de um terço da população mundial adulta, isto é, cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas é tabagista.
Ocorrem cerca de 5 milhões de mortes causadas pelo cigarro todos os anos. Em 20 anos, esse número chegará a 10 milhões se o consumo de cigarros continuar aumentando.
No Brasil, o ato de fumar é responsável por:

     200 mil mortes por ano (23 pessoas por hora).
     25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio.
     45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos.
     85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica).
     90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos).
     25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
     30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia).

A nicotina é considerada pela OMS como droga psicoativa que causa dependência. A dependência da nicotina já representa um problema de saúde públilca.
A nicotina aumenta a liberação de catecolaminas, que contraem os vasos sanguíneos, aceleram a freqüência cardíaca, causando hipertensão arterial.
A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas. O alcatrão, por exemplo, é composto de mais de 40 compostos cancerígenos. Já o monóxido de carbono (CO) em contato com a hemoglobina do sangue dificulta a oxigenação e, consequentemente, ao privar alguns órgãos do oxigênio causa doenças como a aterosclerose (que obstrui os vasos sanguíneos).
A terceira maior causa de morte evitável do mundo é o tabagismo passivo.
No Brasil estima-se que sete pessoas não fumantes morrem por dia em consequência do fumo passivo. O tabagismo passivo aumenta em 30% o risco para câncer de pulmão e 24% o risco de infarto agudo do miocárdio.
Parar de fumar sempre traz benefícios.
Em 20 minutos a frequência cardiaca e a pressão arterial se normalizam. Após 2 horas já não haverá mais nicotina na corrente sanguinea. Em 8 horas a oxigenação sanguinea voltará aos valores normais. Em 2 dias olfato e paladar estarão restabelecidos. Em cinco anos o risco de um infarto do miocárdio sera igual ao de quem nunca fumou!
As recaídas de quem tenta parar de fumar ocorrem principalmente nos primeiros três meses. Não se deixe abater. A maioria das pessoas têm várias recaídas, antes de conseguir se livrar deste vício.

Procure seu medico!

Tabagismo tem cura!


VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA - UMA DOENÇA ARDILOSA E FATAL



A insuficiência cardíaca não é uma simples doença, trata-se, na verdade, de uma síndrome clínica, cada vez mais frequente, que representa a via final comum de diversas doenças do coração que alteram sua capacidade funcional. 

Em geral, tem evolução progressiva e quase sempre fatal, independente de sua causa básica. 

Apesar dos progressos científicos, a prevalência da doença vem aumentando nas últimas décadas em decorrência do incremento na expectativa de vida da população e da maior efetividade dos novos medicamentos e dispositivos cirúrgicos para seu tratamento, prolongando a vida. 
Segundo dados do Datasus, há cerca de 500 mil internações por insuficiência cardíaca anualmente, o que corresponde a mais de 30% das internações e 33% dos gastos com doenças do aparelho circulatório, tornando-se a primeira causa de internação de pacientes com mais de 65 anos no SUS.

Ocorrem cerca de 30 mil mortes anualmente. Essa mortalidade é equivalente a do câncer e supera a da Aids. 

Estima-se que em 2025 o Brasil possua a sexta maior população de idosos do mundo, aproximadamente 30 milhões de pessoas ou 15% de sua população total, e que a insuficiência cardíaca será a primeira causa de morte por doença cardiovascular no Brasil e no mundo. 

O impacto médico-social e econômico da insuficiência cardíaca é enorme, pois compromete significativamente a sobrevida e a qualidade de vida dos doentes, cursando com internações frequentes, sendo umas das principais causas de atendimento médico de urgência e ambulatorial, além de ser responsável por elevados índices de absenteísmo e aposentadoria precoces. O fator socioeconômico é tido como crucial na evolução da doença e a baixa renda familiar é um preditor de reinternação. 

Os custos com internação hospitalar são responsáveis por 70% dos recursos gastos com o manuseio da insuficiência cardíaca. 

Estes dados não justificariam a criação e desenvolvimento de políticas públicas de saúde, direcionadas especificamente a prevenção e tratamento extra-hospitalar desta grave afecção? 

A Organização Mundial de Saúde definiu que a insuficiência cardíaca é uma das prioridades entre as enfermidades crônicas que necessitam de atenção dos setores de saúde em todo o mundo. 

Ainda há poucos estudos nacionais para dimensionamento do impacto sócioeconômico da insuficiência cardíaca. 
Há necessidade de se implementar metodologias econômicas para estimar o custo, ao invés de simplesmente mensurar as despesas incorridas com as medidas terapêuticas. 

A estimativa do impacto socioeconômico desta síndrome fornecerá aos formuladores de políticas de saúde maior embasamento para tomada de decisões, frente a um cenário de escassez de recursos e necessidade de priorização em sua alocação.




quarta-feira, 25 de maio de 2016

SAIBA PORQUE O NUMERO DE INFARTOS AUMENTA NO INVERNO! PREVINA-SE!



É senso comum que há um significativo aumento das doenças respiratórias nos meses mas frios, mas as baixas temperaturas trazem outra preocupação, já que nesta época do ano é maior o risco de doenças cardiovasculares, com aumento do número infartos em  até 40% e de AVCs em até 30%.
O inverno requer cuidados redobrados com a saúde.
Há três fatores principais que aumentam a probabilidade de problemas no coração durante nesta época mais fria do ano.
O primeiro é uma alteração de natureza fisiológica. A queda de temperatura leva à vasoconstrição arterial, que é a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos. Isso ocorre em situações em que necessário manter o corpo aquecido, principalmente quando há choque térmico. Trata-se de uma adequação do organismo que, como resposta à redução da temperatura corporal, passa a produzir mais substâncias vasoconstritoras, como adrenalina e noradrenalina, elevando a frequência cardiaca e a pressão arterial média.
Esse mesmo mecanismo também aumenta a espessura dos vasos sanguíneos. Isso dificulta a circulação e aumenta consideravelmente o esforço que o coração precisa fazer para bombear sangue.
A alteração faz com que haja maior circulação sanguínea no tórax e abdômen e menos nas extremidades do corpo. Aí está a explicação para que as pessoas fiquem com os membros com aparência mais pálida e mãos e pés gelados.
O segundo fator de risco para todo o sistema cardiovascular está relacionado ao aumento no número de casos de infecções respiratórias, o que leva ao aumento de inflamações nos vasos sanguíneos. “Há um aumento na velocidade de formação de placas de aterosclerose. As artérias ficam mais instáveis e propensas a alterações agudas. Se as artérias já estiverem com placas de cholesterol instaladas, os riscos aumentam.
Estes dois processos podem levar à redução do diâmetro das artérias e até ocluí-las completamente, causando infarto, acidentes vasculares cerebrais ou até mesmo a morte súbita.
O terceiro fator é o aumento da viscosidade do sangue causada pela redução da temperatura. Como o sangue fica mais denso, facilita a formação de trombos nas coronárias ou em outras artérias no organism.
Em alguns casos, pode ocorrer a combinação dos três fatores.
Uma forma de prevenir o problema é ficar atento à presença de fatores de risco, principalmente hipertensão, diabetes e tabagismo, controlando essas enfermidades com maior rigor nos meses mais frios.
O sedentarismo, a pouca ingestão de líquidos e o aumento de consumo de alimentos calóricos também podem agravar o quadro.
Como um infarto pode ocorrer sem dor, é essencial ficar atento a alguns sinais: náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia e sudorese fria, por exemplo.
É fundamental detectar os sinais para que o atendimento médico seja o mais precoce possível.
Cuide-se! Previna-se!
Saiba Mais em Nosso Site: www.doutorlima.com.br




.

domingo, 1 de maio de 2016

COLAÇÃO DE GRAU DE MINHA TURMA DE MEDICINA USP (TURMA 79)

Bom Dia a Todos!

Neste Vídeo Está a Cerimônia de Colação de Grau da Minha Turma da Faculdade de Medicina da USP! 

Em Dezembro Completaremos 20 Anos de Formatura! 

Lembranças da Turma que Fez História na Faculdade ao Ser a Primeira a Fazer Greve e Enfrentar o Reitor para que Nosso Curso de Anatomia Permanecesse no Prédio Histórico da Faculdade e Não Fosse Transferido para o Campus da Cidade Universitária! 

Enfrentamos a "Máfia" dos Bedéis! 

Exigimos Modificações no Currículo e Impedimos a Ia Mudança do Sistema Modular para o Modelo por Blocos!

Eterno Pavilhão 79! Casa de Arnaldo Teus Filhos a Saudam!