quarta-feira, 24 de agosto de 2016

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PROGRAMA COMENTÁRIO DO DIA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES







PROGRAMA COMENTÁRIO DO DIA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES - CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO!
Inserções de Até 90 Segundos com Temas Relevantes para a População da Cidade de São Paulo!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

ATRIOSEPTOPLASTIA





Fechamento de uma Cardiopatia Congênita (Comunicação Inter Atrial) com "Patch" de Pericárdio Bovino!
Você Sabia?
1. Que 1 a Cada 100 Crianças Nasce com Alguma Alteração na Estrutura ou na Função do Coração!
2. Que por Ano, Cerca de 28 mil Crianças Nascidas no Brasil São Cardiopatas, Representando 1% da População!
3. Que ao Menos 23 mil Desses Bebês Necessitam de Atendimento Diferenciado e de Cirurgia Cardíaca!
4. Que Estima-se que 18 mil Deles (78%) Sequer Recebem o Tratamento, Seja por Falta de Diagnóstico ou por Falta de Vagas na Rede Pública de Saúde!
5. Que a Cardiopatia é Considerada a Principal Causa de Óbito na Infância por Doenças Congênitas!
6. Que Estudos Internacionais Registram que ela Mata 2 Vezes Mais que Todos os Tipos de Cânceres!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

DIA MUNDIAL SEM TÁBACO



O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável no mundo.
Cerca de um terço da população mundial adulta, isto é, cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas é tabagista.
Ocorrem cerca de 5 milhões de mortes causadas pelo cigarro todos os anos. Em 20 anos, esse número chegará a 10 milhões se o consumo de cigarros continuar aumentando.
No Brasil, o ato de fumar é responsável por:

     200 mil mortes por ano (23 pessoas por hora).
     25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio.
     45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos.
     85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica).
     90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos).
     25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
     30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia).

A nicotina é considerada pela OMS como droga psicoativa que causa dependência. A dependência da nicotina já representa um problema de saúde públilca.
A nicotina aumenta a liberação de catecolaminas, que contraem os vasos sanguíneos, aceleram a freqüência cardíaca, causando hipertensão arterial.
A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas. O alcatrão, por exemplo, é composto de mais de 40 compostos cancerígenos. Já o monóxido de carbono (CO) em contato com a hemoglobina do sangue dificulta a oxigenação e, consequentemente, ao privar alguns órgãos do oxigênio causa doenças como a aterosclerose (que obstrui os vasos sanguíneos).
A terceira maior causa de morte evitável do mundo é o tabagismo passivo.
No Brasil estima-se que sete pessoas não fumantes morrem por dia em consequência do fumo passivo. O tabagismo passivo aumenta em 30% o risco para câncer de pulmão e 24% o risco de infarto agudo do miocárdio.
Parar de fumar sempre traz benefícios.
Em 20 minutos a frequência cardiaca e a pressão arterial se normalizam. Após 2 horas já não haverá mais nicotina na corrente sanguinea. Em 8 horas a oxigenação sanguinea voltará aos valores normais. Em 2 dias olfato e paladar estarão restabelecidos. Em cinco anos o risco de um infarto do miocárdio sera igual ao de quem nunca fumou!
As recaídas de quem tenta parar de fumar ocorrem principalmente nos primeiros três meses. Não se deixe abater. A maioria das pessoas têm várias recaídas, antes de conseguir se livrar deste vício.

Procure seu medico!

Tabagismo tem cura!


VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA - UMA DOENÇA ARDILOSA E FATAL



A insuficiência cardíaca não é uma simples doença, trata-se, na verdade, de uma síndrome clínica, cada vez mais frequente, que representa a via final comum de diversas doenças do coração que alteram sua capacidade funcional. 

Em geral, tem evolução progressiva e quase sempre fatal, independente de sua causa básica. 

Apesar dos progressos científicos, a prevalência da doença vem aumentando nas últimas décadas em decorrência do incremento na expectativa de vida da população e da maior efetividade dos novos medicamentos e dispositivos cirúrgicos para seu tratamento, prolongando a vida. 
Segundo dados do Datasus, há cerca de 500 mil internações por insuficiência cardíaca anualmente, o que corresponde a mais de 30% das internações e 33% dos gastos com doenças do aparelho circulatório, tornando-se a primeira causa de internação de pacientes com mais de 65 anos no SUS.

Ocorrem cerca de 30 mil mortes anualmente. Essa mortalidade é equivalente a do câncer e supera a da Aids. 

Estima-se que em 2025 o Brasil possua a sexta maior população de idosos do mundo, aproximadamente 30 milhões de pessoas ou 15% de sua população total, e que a insuficiência cardíaca será a primeira causa de morte por doença cardiovascular no Brasil e no mundo. 

O impacto médico-social e econômico da insuficiência cardíaca é enorme, pois compromete significativamente a sobrevida e a qualidade de vida dos doentes, cursando com internações frequentes, sendo umas das principais causas de atendimento médico de urgência e ambulatorial, além de ser responsável por elevados índices de absenteísmo e aposentadoria precoces. O fator socioeconômico é tido como crucial na evolução da doença e a baixa renda familiar é um preditor de reinternação. 

Os custos com internação hospitalar são responsáveis por 70% dos recursos gastos com o manuseio da insuficiência cardíaca. 

Estes dados não justificariam a criação e desenvolvimento de políticas públicas de saúde, direcionadas especificamente a prevenção e tratamento extra-hospitalar desta grave afecção? 

A Organização Mundial de Saúde definiu que a insuficiência cardíaca é uma das prioridades entre as enfermidades crônicas que necessitam de atenção dos setores de saúde em todo o mundo. 

Ainda há poucos estudos nacionais para dimensionamento do impacto sócioeconômico da insuficiência cardíaca. 
Há necessidade de se implementar metodologias econômicas para estimar o custo, ao invés de simplesmente mensurar as despesas incorridas com as medidas terapêuticas. 

A estimativa do impacto socioeconômico desta síndrome fornecerá aos formuladores de políticas de saúde maior embasamento para tomada de decisões, frente a um cenário de escassez de recursos e necessidade de priorização em sua alocação.




quarta-feira, 25 de maio de 2016

SAIBA PORQUE O NUMERO DE INFARTOS AUMENTA NO INVERNO! PREVINA-SE!



É senso comum que há um significativo aumento das doenças respiratórias nos meses mas frios, mas as baixas temperaturas trazem outra preocupação, já que nesta época do ano é maior o risco de doenças cardiovasculares, com aumento do número infartos em  até 40% e de AVCs em até 30%.
O inverno requer cuidados redobrados com a saúde.
Há três fatores principais que aumentam a probabilidade de problemas no coração durante nesta época mais fria do ano.
O primeiro é uma alteração de natureza fisiológica. A queda de temperatura leva à vasoconstrição arterial, que é a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos. Isso ocorre em situações em que necessário manter o corpo aquecido, principalmente quando há choque térmico. Trata-se de uma adequação do organismo que, como resposta à redução da temperatura corporal, passa a produzir mais substâncias vasoconstritoras, como adrenalina e noradrenalina, elevando a frequência cardiaca e a pressão arterial média.
Esse mesmo mecanismo também aumenta a espessura dos vasos sanguíneos. Isso dificulta a circulação e aumenta consideravelmente o esforço que o coração precisa fazer para bombear sangue.
A alteração faz com que haja maior circulação sanguínea no tórax e abdômen e menos nas extremidades do corpo. Aí está a explicação para que as pessoas fiquem com os membros com aparência mais pálida e mãos e pés gelados.
O segundo fator de risco para todo o sistema cardiovascular está relacionado ao aumento no número de casos de infecções respiratórias, o que leva ao aumento de inflamações nos vasos sanguíneos. “Há um aumento na velocidade de formação de placas de aterosclerose. As artérias ficam mais instáveis e propensas a alterações agudas. Se as artérias já estiverem com placas de cholesterol instaladas, os riscos aumentam.
Estes dois processos podem levar à redução do diâmetro das artérias e até ocluí-las completamente, causando infarto, acidentes vasculares cerebrais ou até mesmo a morte súbita.
O terceiro fator é o aumento da viscosidade do sangue causada pela redução da temperatura. Como o sangue fica mais denso, facilita a formação de trombos nas coronárias ou em outras artérias no organism.
Em alguns casos, pode ocorrer a combinação dos três fatores.
Uma forma de prevenir o problema é ficar atento à presença de fatores de risco, principalmente hipertensão, diabetes e tabagismo, controlando essas enfermidades com maior rigor nos meses mais frios.
O sedentarismo, a pouca ingestão de líquidos e o aumento de consumo de alimentos calóricos também podem agravar o quadro.
Como um infarto pode ocorrer sem dor, é essencial ficar atento a alguns sinais: náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia e sudorese fria, por exemplo.
É fundamental detectar os sinais para que o atendimento médico seja o mais precoce possível.
Cuide-se! Previna-se!
Saiba Mais em Nosso Site: www.doutorlima.com.br




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domingo, 1 de maio de 2016

COLAÇÃO DE GRAU DE MINHA TURMA DE MEDICINA USP (TURMA 79)

Bom Dia a Todos!

Neste Vídeo Está a Cerimônia de Colação de Grau da Minha Turma da Faculdade de Medicina da USP! 

Em Dezembro Completaremos 20 Anos de Formatura! 

Lembranças da Turma que Fez História na Faculdade ao Ser a Primeira a Fazer Greve e Enfrentar o Reitor para que Nosso Curso de Anatomia Permanecesse no Prédio Histórico da Faculdade e Não Fosse Transferido para o Campus da Cidade Universitária! 

Enfrentamos a "Máfia" dos Bedéis! 

Exigimos Modificações no Currículo e Impedimos a Ia Mudança do Sistema Modular para o Modelo por Blocos!

Eterno Pavilhão 79! Casa de Arnaldo Teus Filhos a Saudam!





terça-feira, 8 de março de 2016

CONFIRA NOSSA ENTREVISTA PARA O JORNAL DIÁRIO REGIONAL - NA PAUTA: DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES!

CONFIRA NOSSA ENTREVISTA PARA O JORNAL DIÁRIO REGIONAL - NA PAUTA: DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES!

As doenças cardiovasculares matam 18 milhões de pessoas no mundo, todos os anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Anteriormente relacionados mais aos homens, estudos comprovam que a incidência de problemas cardiovasculares vem crescendo entre o sexo feminino. Atualmente, mais de 200 mulheres morrem por dia apenas no Brasil em decorrência de infarto agudo do miocárdio. As doenças cardiovasculares matam seis vezes mais que câncer de mama.
Há várias causas para o aumento da ocorrência de doenças do coração entre as mulheres, desde a mudança de hábitos, que elevou o nível de estresse, com jornadas duplas ou triplas, até particularidades anatômicas, como o fato de possuírem artérias coronárias mais finas. Fatores de risco associados às doenças cardiovasculares, como diabete e hipertensão, também têm impacto maior no coração da mulher, além da associação entre tabagismo e anticoncepcionais, da ocorrência da menopausa e de ovários policísticos.
Em entrevista exclusiva para o Diário Regional, o cirurgião vascular e coordenador da Comissão de Remoção de Órgãos da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), José Lima Oliveira Junior, esclareceu os motivos do aumento das doenças cardiovasculares entre as mulheres e como fazer para preveni-las.
As doenças cardiovasculares eram relacionadas mais aos homens. Quais motivos levaram ao aumento entre as mulheres?
As doenças cardiovasculares eram e ainda são mais frequentes na população masculina do que na feminina. Nos últimos 10 anos, o número de casos e a gravidade das doenças cardiovasculares têm aumentado drasticamente na população feminina. Há 10 anos, tínhamos um caso de doença cardiovascular na população feminina para quatro a cinco casos entre homens. Hoje, essa relação é de quase um paraum. Perto de 40% de todos os casos de infarto agudo do miocárdio ocorrem na população feminina.
Os fatores que levaram a essa modificação são, principalmente, ambientais e culturais. As mulheres adquiriram nos últimos anos um estilo de vida mais urbano, acumulando uma série de fatores de riscos que antes eram mais comuns aos homens. Estão fumando mais, mais estressadas, trabalhando fora, acumulando jornada de trabalho dupla ou tripla. Além disso, estão se alimentando mais fora de casa, uma dieta do ponto de vista qualitativo pior, mais rica em gordura de origem animal, gorduras saturadas e ricas em sódio. Esse estilo de vida mais urbano é o principal fator responsável pelo aumento do número e da gravidade da incidência de doenças cardiovasculares nas mulheres.
As mulheres em fase de menopausa são mais propensas às doenças do coração? 
Após a menopausa, o risco de doenças cardiovasculares aumenta na população feminina por conta da perda da proteção do estrogênio. A queda hormonal, principalmente à custa da redução do estrogênio, acaba facilitando a ocorrência de doenças cardiovasculares nas mulheres. O estrogênio é o hormônio que protege o sistema cardiovascular e diminui o risco dessas doenças.
Por que a taxa de mortalidade após um ataque cardíaco é maior entre mulheres?
A mortalidade, associada ao infarto agudo do miocárdio, é maior nas mulheres do que nos homens, considerando-se doenças similares, gravidades, do ponto de vista anatômico, clinico, parecidas. Isso ocorre porque o sistema cardiovascular feminino é um pouco diferente do masculino. As artérias coronárias, de uma forma geral, são, em média, mais finas e mais reativas que a dos homens. Ou seja, além de ter um diâmetro menor, respondem mais com espasmo, com contração, com redução do seu diâmetro de uma forma um pouco mais intensa do que na população masculina.
Além disso, a produção de substâncias vasodilatadoras é um pouco menor do endotélio do sistema cardiovascular feminino que no masculino. São algumas particularidades que acabam fazendo com o que o infarto agudo do miocárdio tenha a mortalidade maior na população feminina. Além disso, muitas vezes, a apresentação clínica do infarto nas mulheres é um pouco atípica, o que acaba fazendo com que, muitas vezes, pelo menos mais frequentemente que na população masculina, demore mais para se fazer um pós- diagnóstico de infarto, se demore mais para que se procure um pronto socorro e, muitas vezes, a apresentação clínica no momento de chegada já é bem mais grave e mais avançada.
Os sintomas da insuficiência cardíaca difere entre homens e mulheres?
Na verdade, os sintomas de insuficiência cardíaca são muito parecidos na população feminina e masculina. O infarto agudo do miocárdio é que pode ter uma apresentação um pouco diferente. Mais frequentemente se apresenta com alterações digestivas, como náuseas, vômitos, uma dor que simula a epigástrica, a dor de estômago. Algumas vezes as manifestações não vêm acompanhadas de palidez cutânea, de sudorese fria, de sensação iminente de morte ou de taquicardia. Então, a apresentação clínica na mulher é um pouco diferente da dos homens. As mulheres, principalmente de mais idade e diabéticas, correm o risco até mesmo de apresentar o infarto sem manifestação clínica.
Existe uma idade média para o aparecimento dessas doenças?
Nas mulheres, as doenças cardiovasculares ocorrem principalmente após a menopausa. Porém, nos últimos anos, o que se tem observado, com o aumento do número de doenças cardiovasculares, é que têm se tornado mais frequente mesmo nas mulheres a partir dos 30, 40 anos. Então, estamos observando uma redução na idade média. Um aumento muito grande do número de mulheres com 35, 40 anos já com alguma apresentação de doença cardiovascular, muitas vezes grave e impondo um risco iminente de morte.
A genética influi?
A genética é, sim, um fator preponderante para o surgimento de doença cardiovascular, que é a somatória do componente genético, que chamamos de histórico familiar, e dos fatores ambientais e/ou culturais.
Gestantes correm mais riscos de desenvolver problemas cardíacos?
Não. O que acontece com a gestante é que, se a mulher for portadora de alguma cardiopatia, há risco aumentado de apresentar descompensação da sua função cardíaca com a gravidez. Porém, a gravidez não é um fator de risco para doença cardiovascular, mas de descompensação se ela já tiver alguma doença cardiovascular instalada.
Existem alimentos que podem reduzir os riscos desse tipo de doença?
De uma forma geral, os alimentos ricos em sódio, em gorduras saturadas, uma alimentação pobre em cereais, pobre em gordura de origem vegetal, que chamamos de não saturada, pobre em ômega 3 estão associadas com o maior risco de desenvolvimento de doença cardiovascular, seja por causa de doenças isquêmicas, como infarto, mortes súbitas, ou seja com insuficiência cardíaca.
Aspirina reduz, realmente, o risco de doenças do coração? 
Aspirina é um medicamento utilizado há muito tempo e reduz, sim, o risco de doenças cardiovasculares isquêmicas, de infarto e de acidente vascular cerebral isquêmico. Porém, as pessoas não devem tomar aspirina por conta própria. Existem contraindicações absolutas a utilização da aspirina. Então, só deve ser utilizada sob prescrição médica.
Quais são os tipos mais comuns de doenças cardiovasculares?
As doenças cardiovasculares mais comuns são o infarto e o acidente cardiovascular cerebral tanto na população feminina quanto masculina. O que vem crescendo muito nos últimos anos é a incidência de insuficiência cardíaca, que deve ser a doença das próximas décadas.
Como prevenir?
A prevenção é, de formal geral, tudo que a população já está habituada a ouvir e não habituada a fazer.
• Associar ao seu dia a dia a prática de atividade física pelo menos 3 vezes por semana durante, pelo menos, 1 hora;
• Controlar o estresse do dia a dia, principalmente cuidando do estresse no ambiente de trabalho e no trânsito.
• Cuidar da alimentação e evitar o consumo excessivo de alimentos ricos em gordura de origem animal e ricos em sódio. Incorporar cereais, gordura ricas em ômega 3, que são alimentos cardioprotetores;
• Fazer o diagnóstico precoce de hipertensão, diabete, visitando seu cardiologista uma vez por ano a partir dos 40 anos, se você não tiver histórico familiar, ou a partir dos 35 anos, se tiver o histórico.
Quais exames devem ser feitos periodicamente para prevenção e a partir de que idade?
Mais do que exames, as pessoas devem se habituar a passar rotineiramente com seu cardiologista. O especialista é quem vai definir quais são os exames que se deve fazer rotineiramente. Então, a partir dos 40 anos, uma vez por ano seria interessante que as pessoas procurassem o cardiologista a fim de fazer exame clínico e para que ele indicasse exames de imagem e laboratoriais adequados.
http://www.diarioregional.com.br/2016/03/05/infarto-mata-200-mulheres-por-dia-no-brasil/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

DOUTOR LIMA NO PROGRAMA TUDO POSSSO - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES!





Confira a Participação do Doutor Lima no Programa Tudo Posso Falando Sobre Doação de Órgãos e Transplantes!

Nós Podemos! Nós Precisamos! Nós Devemos Fazer Mais Transplantes!

Doe Órgãos, A Vida Continua!