quinta-feira, 12 de novembro de 2015

ARRITMIAS CARDÍACAS TEM CURA - COM O CORAÇÃO NÃO SE BRINCA!


Arritmias Cardíacas

Arritmias são alterações na freqüência e/ou ritmo do coração.
A manifestação clínica ais frequente é a chamada  “batedeira” ou palpitação, causando suor frio, tontura, dor no peito, falta de ar e até desmaios.
Apesar de ser mais comum em pessoas com problemas cardíacos, pode muitas vezes, ter origem em fatores externos, como: consumo de cafeína ou bebidas alcoólicas, estress, cigarro e drogas estimulantes.
Embora as mortes súbitas, na grande maioria dos casos, sejam provocadas por arritmias cardíacas, é importante salientar que a arritmia não é um ataque cardíaco, mas sim distúrbio elétrico no coração que podem levar a parada cardiaca e a morte súbita eventualmente.
Todas as arritmias levam a uma queda do fluxo de sangue no cérebro, o órgão mais sensível à falta de oxigênio e que em poucos segundos pode fazer com que a pessoa perca a consciência.
Quando o coração bate mais rápido que o normal, o paciente tem aquilo que chamamos de taquicardia.
Quando acontece o contrário, ou seja, quando os batimentos são mais lentos do que deveriam, o caso é de bradicardia.
Muitas vezes, o paciente pode apresentar batimentos cardíacos irregulares, sem necessariamente estar mais rápido ou mais lento que o normal.

As arritmias são causadas, basicamente, por problemas com o sistema elétrico de condução do coração, o que pode ser decorrente de:
Ataque cardíaco (Infarto agudo do miocárdio)
Cardiomiopatia e outros distúrbios do coração (Insuficiência cardíaca)
Doença aterosclerótica das artérias coronárias
Hipertensão arterial
Diabete melito
Hipo ou hipertireoidismo
Tabagismo
Estress
Cafeína, alcool
Suplementos vitaminicos e proteicos
Choque elétrico
Poluição atmosférica

A arritmia pode não desencadear nenhum sintoma e médico descobri-la antes mesmo do paciente, durante exames de rotina.
Os sintomas mais comuns são:
Incômodo, peso ou dor no peito
Batimentos acelerados ou lentificados
Falta de ar
Tonturas, desmaios
Sudorese fria

Arritmias podem levar a complicações mais graves, como:
AVC
Isquemia de membros ou mesentérica, com necessidade de cirurgia de emergência.
Infarto agumo do miocárdio
Morte súbita

Procure um cardiologista se apresentar quaisquer sintomas de uma possível arritmia, ou no caso de ja ter recebido este diagnóstico, se os sintomas se agravarem ou não desaparecerem com o tratamento.
diagnóstico primeiramente será realizado a partir da anamnese e exame físico na consulta médica, que normalmente será seguida da solicitação de alguns exames:
Eletrocardiograma
Holter
Ecocardiograma

Se o diagnóstico não for possível por meio desses exames, o médico poderá pedir outros:
Exame de estresse (o teste ergométrico ou de esteira)
Tilt teste
Estudo eletrofisiológico

Há tratamentos específicos para os diferentes tipos de arritmias.
Quando a arritmia é grave, é necessário tratamento urgente para restaurar o ritmo normal do coração. Sendo Necessários:
“Choque elétrico” (desfibrilação ou cardioversão)
Implante de um marca-passo temporário para interromper a arritmia
Medicações antiarritmicas intravenosas

Podem ser utilizados medicamentos para evitar a recorrência de uma arritmia ou interrompe-la. Esses medicamentos são denominados drogas antiarrítmicas.
Algumas delas têm efeitos colaterais e nem todas as arritmias respondem bem à medicação.
Em último caso, o paciente poderá ser submetido à cirurgia.
Há dois procedimentos cirúrgicos disponíveis para tratar arritmia. Um deles ocorre por meio de cirurgia cardíaca aberta (embora seja muito raramente utilizado hoje em dia).
Outro, mais comum, é a ablação por cateter. Neste, a arritmia pode ser corrigida por meio de uma microcirurgia, através do implante temporário de cateteres no braço e ou nas pernas para se atingir o coração.

Com o coração não se brinca! Arritmia pode ser controlada e na maioria das vezes tem cura! Procure um cardiologista!

Determinação e Fé na Eterna Luta Pela Vida!

Nenhum comentário:

Postar um comentário