domingo, 9 de julho de 2017

PROGRAMA TRIBUNA INDEPENDENTE - REDE VIDA



Confira Nossa Entrevista para o Programa Tribuna Independente na Rede Vida! 


Falamos Sobre o Impacto da Poluição Sobre a Saúde das Pessoas!










JORNAL REPÓRTER BRASIL - TV BRASIL




Confira Nossa Participação no Jornal Repórter Brasil da TV Brasil!


Doação de Órgãos e Transplantes!








quarta-feira, 24 de agosto de 2016

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PROGRAMA COMENTÁRIO DO DIA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES







PROGRAMA COMENTÁRIO DO DIA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES - CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO!
Inserções de Até 90 Segundos com Temas Relevantes para a População da Cidade de São Paulo!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

ATRIOSEPTOPLASTIA





Fechamento de uma Cardiopatia Congênita (Comunicação Inter Atrial) com "Patch" de Pericárdio Bovino!
Você Sabia?
1. Que 1 a Cada 100 Crianças Nasce com Alguma Alteração na Estrutura ou na Função do Coração!
2. Que por Ano, Cerca de 28 mil Crianças Nascidas no Brasil São Cardiopatas, Representando 1% da População!
3. Que ao Menos 23 mil Desses Bebês Necessitam de Atendimento Diferenciado e de Cirurgia Cardíaca!
4. Que Estima-se que 18 mil Deles (78%) Sequer Recebem o Tratamento, Seja por Falta de Diagnóstico ou por Falta de Vagas na Rede Pública de Saúde!
5. Que a Cardiopatia é Considerada a Principal Causa de Óbito na Infância por Doenças Congênitas!
6. Que Estudos Internacionais Registram que ela Mata 2 Vezes Mais que Todos os Tipos de Cânceres!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

DIA MUNDIAL SEM TÁBACO



O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável no mundo.
Cerca de um terço da população mundial adulta, isto é, cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas é tabagista.
Ocorrem cerca de 5 milhões de mortes causadas pelo cigarro todos os anos. Em 20 anos, esse número chegará a 10 milhões se o consumo de cigarros continuar aumentando.
No Brasil, o ato de fumar é responsável por:

     200 mil mortes por ano (23 pessoas por hora).
     25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio.
     45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos.
     85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica).
     90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos).
     25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
     30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia).

A nicotina é considerada pela OMS como droga psicoativa que causa dependência. A dependência da nicotina já representa um problema de saúde públilca.
A nicotina aumenta a liberação de catecolaminas, que contraem os vasos sanguíneos, aceleram a freqüência cardíaca, causando hipertensão arterial.
A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas. O alcatrão, por exemplo, é composto de mais de 40 compostos cancerígenos. Já o monóxido de carbono (CO) em contato com a hemoglobina do sangue dificulta a oxigenação e, consequentemente, ao privar alguns órgãos do oxigênio causa doenças como a aterosclerose (que obstrui os vasos sanguíneos).
A terceira maior causa de morte evitável do mundo é o tabagismo passivo.
No Brasil estima-se que sete pessoas não fumantes morrem por dia em consequência do fumo passivo. O tabagismo passivo aumenta em 30% o risco para câncer de pulmão e 24% o risco de infarto agudo do miocárdio.
Parar de fumar sempre traz benefícios.
Em 20 minutos a frequência cardiaca e a pressão arterial se normalizam. Após 2 horas já não haverá mais nicotina na corrente sanguinea. Em 8 horas a oxigenação sanguinea voltará aos valores normais. Em 2 dias olfato e paladar estarão restabelecidos. Em cinco anos o risco de um infarto do miocárdio sera igual ao de quem nunca fumou!
As recaídas de quem tenta parar de fumar ocorrem principalmente nos primeiros três meses. Não se deixe abater. A maioria das pessoas têm várias recaídas, antes de conseguir se livrar deste vício.

Procure seu medico!

Tabagismo tem cura!


VIVEMOS UMA EPIDEMIA DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA - UMA DOENÇA ARDILOSA E FATAL



A insuficiência cardíaca não é uma simples doença, trata-se, na verdade, de uma síndrome clínica, cada vez mais frequente, que representa a via final comum de diversas doenças do coração que alteram sua capacidade funcional. 

Em geral, tem evolução progressiva e quase sempre fatal, independente de sua causa básica. 

Apesar dos progressos científicos, a prevalência da doença vem aumentando nas últimas décadas em decorrência do incremento na expectativa de vida da população e da maior efetividade dos novos medicamentos e dispositivos cirúrgicos para seu tratamento, prolongando a vida. 
Segundo dados do Datasus, há cerca de 500 mil internações por insuficiência cardíaca anualmente, o que corresponde a mais de 30% das internações e 33% dos gastos com doenças do aparelho circulatório, tornando-se a primeira causa de internação de pacientes com mais de 65 anos no SUS.

Ocorrem cerca de 30 mil mortes anualmente. Essa mortalidade é equivalente a do câncer e supera a da Aids. 

Estima-se que em 2025 o Brasil possua a sexta maior população de idosos do mundo, aproximadamente 30 milhões de pessoas ou 15% de sua população total, e que a insuficiência cardíaca será a primeira causa de morte por doença cardiovascular no Brasil e no mundo. 

O impacto médico-social e econômico da insuficiência cardíaca é enorme, pois compromete significativamente a sobrevida e a qualidade de vida dos doentes, cursando com internações frequentes, sendo umas das principais causas de atendimento médico de urgência e ambulatorial, além de ser responsável por elevados índices de absenteísmo e aposentadoria precoces. O fator socioeconômico é tido como crucial na evolução da doença e a baixa renda familiar é um preditor de reinternação. 

Os custos com internação hospitalar são responsáveis por 70% dos recursos gastos com o manuseio da insuficiência cardíaca. 

Estes dados não justificariam a criação e desenvolvimento de políticas públicas de saúde, direcionadas especificamente a prevenção e tratamento extra-hospitalar desta grave afecção? 

A Organização Mundial de Saúde definiu que a insuficiência cardíaca é uma das prioridades entre as enfermidades crônicas que necessitam de atenção dos setores de saúde em todo o mundo. 

Ainda há poucos estudos nacionais para dimensionamento do impacto sócioeconômico da insuficiência cardíaca. 
Há necessidade de se implementar metodologias econômicas para estimar o custo, ao invés de simplesmente mensurar as despesas incorridas com as medidas terapêuticas. 

A estimativa do impacto socioeconômico desta síndrome fornecerá aos formuladores de políticas de saúde maior embasamento para tomada de decisões, frente a um cenário de escassez de recursos e necessidade de priorização em sua alocação.